Bem vindo ao Grupo Protect

O GRUPO PROTECT é um grupo que atua na área de segurança privada e corporativa e que ao longo dos anos vai sofisticando-se e aprimorando-se para melhor servir a comunidade de Minas Gerais. Com uma grande experiência e um desempenho excepcional, destaca-se a cada ano superando em atendimento e qualidade de serviços e produtos.

Com uma grande variedade de cursos , excelente localização , estande de tiro moderno no local e os melhores instrutores e professores, oferece o que tem de melhor no mercado de segurança, para você e sua família se sentirem a cada dia mais seguros.

Dispõe ainda de uma linha de produtos e artigos para tiro esportivo, defesa pessoal e patrimonial. O GRUPO PROTECT orgulha-se de estar sempre presente no cenário esportivo nacional, em eventos, campeonatos, feiras, encontros e seminários.

"Obrigado por acessar nossa Home Page e esperamos estar sempre prontos para melhor atende-lo."

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Confira o que diz esta PLACA

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Preste atenção na placa abaixo:

 

"(...)Atenção criminosos - terroristas

Virgínia é protegida por nossa milícia, 24h por dia, 265 dias por ano

Mais de 200.000 cidadãos guardiões da paz são treinados em armas de fogo, legalmente armados e preparados para se defender e defender seus próximos contra a violência.

VOCÊ FOI AVISADO

Maryland e Washington, todavia, foram desarmados para a sua conveniência"

Gentilmente cedido por CAMPANHA DO ARMAMENTO.

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Empresário reage e mata assaltante em Taguatinga Norte

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47 estados americanos revoltam-se contra projeto anti-armas de Obama

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“Eu tenho armas em casa. Se são armas de assalto, então as minhas devem ser defeituosas porque nunca assaltaram ninguém”, ironiza Eric Reed.


Milhares de proprietários de armas nos EUA estão se preparando para responder aos ataques sofridos pela agenda desarmamentista do presidente Obama, que apresentou vinte e três medidas executivas contra o acesso a armas e munições pela população americana. Cidadãos de quarenta e sete estados apresentarão suas queixas aos capitólios de seus respectivos estados no próximo sábado, 19 de janeiro. As executive orders, semelhantes às medidas provisórias no Brasil, marcam o estágio de uma intensa batalha constitucional com os estados, e os legisladores já demonstraram que pretendem desafiar os crescentes poderes da Casa Branca.

Os planos do presidente Obama pretendem dar acesso federal a detalhes particulares em quaisquer transações que envolvam armas e munições, como por exemplo, se um tio vendesse a própria arma ao sobrinho. Obama quer banir alguns tipos de armamentos e limitar a quantidade de munição que pode ser adquirida pelos cidadãos e, não menos importante, quebrar a Lei de Privacidade Médica para que proprietários de armas possam ser denunciados por seus próprios médicos.

O texano Eric Reed, fundador e coordenador nacional do movimento “Guns Across America” (Armas em toda a América, em tradução livre) está irritado com as medidas editadas pelo governo federal por violarem a Segunda Emenda da Constituição Americana. “Ele (Obama) está restringindo o acesso a armamentos e punindo a todos os cidadãos americanos cumpridores da lei. Obama está convencendo pessoas que nunca tiveram uma arma em suas vidas que o foco das medidas está sobre as armas de assalto. Eu tenho armas em casa. Se são armas de assalto, então as minhas devem ser defeituosas porque nunca assaltaram ninguém”, diz Reed, ironicamente. Segundo Reed, as armas de assalto, como são denominados os armamentos pesados de uso exclusivo das Forças Armadas americanas, foram banidas nos Estados Unidos desde 1934.

Ainda segundo Reed, a estética de uma arma não a define como arma de assalto (um rifle AR-15 é esteticamente semelhante a um M-16, este completamente automático enquanto o primeiro, não). “Parte disto é ignorância da mídia, pois muitos deles não têm a menor idéia do que seja um rifle de assalto. A maioria só faz por aumentar o círculo vicioso que ajuda a empurrar a agenda política da administração Obama”, finaliza.

Após presídio em SP ativar bloqueador de celular, detentos tentam reclamar com operadoras

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A falta de bloqueador de celular nos presídios do Brasil é um problema: membros de facções criminosas usam celular para coordenarem ações dos que estão fora do presídio. Nós já vimos a que ponto isso chega: detentos passando horas fazendo conferências via celular. Mas quando o bloqueador existe e funciona, chega a ser engraçado.

Segundo a Folha, uma prisão em Mogi das Cruzes (SP) recebeu um bloqueador para interceptar ligações de celulares. Aparentemente, os detentos não sabiam, achavam que era problema na rede e tentavam ligar para o SAC. “Somente para o SAC da TIM, foram 23 tentativas nos três primeiros dias”, diz o jornal.

É que o bloqueador identifica todas as ligações feitas no perímetro da prisão, e deixa que elas sejam feitas – mas impede que sejam completadas. Em vez disso, o sistema grava a data, horário e número discado. Quem está fora da prisão não consegue ligar para celulares dentro dela.

Segundo relatório da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária), nos primeiros nove dias de testes foram detectados 1.513 chips dentro da prisão. Isso inclui os celulares dos funcionários e dos visitantes, mas ainda é muito. São cerca de 2.000 detentos nesta prisão.

O bloqueador usado no presídio, com software da brasileira Innovatech, interfere em aparelhos com tecnologia GSM ou rádio (Nextel). O sistema com bloqueadores e software custa R$ 600.000. Ele concorre com equipamento da israelense Suntech, também testado pela SAP, que custa R$ 1 milhão.

O Estado de São Paulo vem experimentando sistemas para bloqueio de celulares, e o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) planeja expandir seu uso para os presídios de todo o País. No entanto, o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de São Paulo, Daniel Grandolfo, diz à Folha que é contrário ao uso generalizado de bloqueadores em presídios: “Não dá para ficar sem informação do crime organizado. Se todos os presídios forem bloqueados, não saberemos quais são os próximos passos desses criminosos.”

Obama aprova 23 medidas para o controle de armas nos Estados Unidos

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) a aprovação de 23 novas medidas para o controle de armas de fogo em mãos da população civil, na tentativa de conter a violência no país.

A iniciativa ocorre um mês depois do massacre em uma escola infantil, em Connecticut, no qual 26 pessoas morreram, a maioria crianças.

Há medidas em três linhas: proibição dos chamados fuzis de assalto, que são armas portáteis de grande poder de fogo, usadas por tropas militares; restrições à venda de munição; e novas diretrizes para verificação dos dados pessoais dos interessados em comprar armamentos.

Para tal, será exigido a comprovação de antecedentes criminais para todas as vendas e aumento dos recursos para facilitar o acesso à cobertura médica para a saúde mental dos estudantes e jovens, através do treinamento de 5.000 profissionais médicos específicos.

O plano também vai aumentar a segurança nas escolas e faculdades do país, oferecendo recursos para a contratação de mil conselheiros pedagógicos e psicólogos e atualização dos planos de emergência.

Obama também restringirá o acesso aos carregadores de armas de alta capacidade, eliminará balas perfuradoras e vai instaurar que os Estados compartilhem a nível federal suas bases de dados sobre antecedentes criminais.

As "medidas executivas" não precisam passar pela aprovação do Congresso e seguem sugestões de uma equipe liderada pelo vice-presidente, Joe biden, que se reuniu com membros da sociedade civil, funcionários de segurança e membros do setor da educação.

No próximo dia 21 de janeiro deve acontecer a cerimônia de posse para o segundo mandato de Obama, em Washington.


310 milhões de armas

A proposta do governo esbarra na pressão da indústria de armas, que é contra as medidas. Desde 1789, a Constituição dos Estados Unidos protege o direito dos indivíduos de portar armas.

De acordo com dados oficiais, há cerca de 310 milhões de armas de fogo em mãos de particulares. Pesquisas feitas pelo Instituto de Estudos Internacionais, em Genebra, indicam que, somente nos Estados Unidos há 90 armas para cada cem pessoas; depois vem o Iêmen, que registra 61 armas para o mesmo número de indivíduos, e a Finlândia, com 56.

O estudo mostra também que, no mundo, civis têm 700 milhões de armas de fogo, dos quais 40% nos Estados Unidos. Uma média de 85 pessoas morre todos os dias em cidades norte-americanas em decorrência do uso de armas de fogo.

De acordo com especialistas, um dos maiores obstáculos na adoção de medidas de controle de armas nos Estados Unidos é a pressão exercida pela Associação Nacional de Rifle. Ontem (15) o estado de Nova York saiu na frente e aprovou medidas de controle na venda de armas na região, na tentativa de reduzir a violência.

Tiroteios nos EUA

Na noite de terça (15) um atirador deixou dois mortos e um ferido no estacionamento do campus da universidade Hazard Community and Technical, na cidade de Hazard, no Estado de Kentucky (EUA). De acordo com a polícia, o caso teria sido um incidente doméstico com uma arma semiautomática.

Na quinta-feira passada (10) duas pessoas foram atingidas durante um tiroteio no colégio Taft Union High School na cidade de Taft, na Califórnia (EUA). O atirador, um aluno de 16 anos, foi detido cerca de 20 minutos depois do tiroteio, que não deixou nenhum morto.

No dia 14 de dezembro outro tiroteio abalou os Estados Unidos: Adam Lanza, 20, invadiu a escola primária Sandy Hook, na cidade de Newtown, em Connecticut, e deixou 26 mortos, dos quais 20 eram crianças. Ele se matou depois do massacre e a polícia ainda investiga os motivos que o levaram a cometer tal atrocidade.

A tragédia chocou os Estados Unidos e o mundo. O presidente do país, Barack Obama, se emocionou durante pronunciamento no dia do tiroteio: "Meu coração está despedaçado, não só como presidente, mas também como pai", disse.

Além disso, o tiroteio retomou o debate sobre armas nos Estados Unidos. Muitas veículos de imprensa, artistas e outros se posicionaram sobre o assunto, incitando ainda mais a polêmica.

Este foi o segundo maior massacre da história do país, com menos mortos apenas que o atentado que matou 32 pessoas na Virginia Tech em 2007. O suspeito teria entrado na escola com duas armas, que já foram recolhidas pelos policiais. Uma delas, de acordo com a AP, seria um rifle calibre 223. (Com agências de notícias)


PR: vítima toma arma e dispara contra bandido

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Um ladrão foi surpreendido ao tentar assaltar um motorista em Curitiba, no Paraná. A ação foi registrada por uma câmera de segurança e mostra o momento em que a vítima reage à ação criminosa, toma a arma do bandido e atira pelo menos cinco vezes contra o assaltante, que morre por conta dos ferimentos.

Antes disso, o bandido rende o motorista no carro, que está estacionado. Em uma reação arriscada, a vítima do roubo agarra o ladrão, desce do veículo e consegue tomar a arma dele.

O criminoso tenta fugir, mas é atingido por pelo menos cinco tiros. Já o dono do veículo levou um tiro na perna e foi encaminhado ao hospital. Ele será indiciado por homicídio, mas pode alegar legítima defesa com base nas imagens.

Assista o vídeo clicando AQUI.

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